segunda-feira, 5 de julho de 2010

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Nesse mês sem escrever o meu processo não caminhou nada, tudo continua como antes afinal maio e junho passaram voando por mim e não tive tempo para nada. Passei um mês sem ter aulas de direção, mas foi necessário, pois eu não tava agüentando acompanhar a rotina de curso de inglês, trabalho, aula de direção e faculdade. Na verdade o que apertou foi a faculdade, ultimo período não é fácil e tinha que me dedicar para concluir essa etapa.
Agora que estou formada, ufa é bom dizer isso, eu estou me dedicando as aulas de direção e de inglês. As coisas mudam e eu tenho que me adaptar, não pude tirar férias em julho como tinha esperado, mas em agosto tenho que passar o mês fazendo trabalho voluntario para poder me inscrever na agencia.
Deste o dia que li pela primeira vez sobre esse intercambio eu soube que era isso que eu queria, apesar de nunca ter sonhado eu conhecer os EUA muito pelo contrario sempre disse que era um país que eu nunca pretendi visitar. Eu não sei porque mas algo me puxa para isso por mais que eu leia coisas que me assustam eu não consigo nem pensar na idéia de não concluir esse projeto. Falando em ler coisas que me assustam o blog Au Pair Mom me deixa receosa as vezes pois ela falam das au pairs de uma maneira um tanto fria na minha opinião. Um dia desses eu li um post de uma hostmom que queria um conselho para lidar com o fato de sua au pair (de apenas uma semana)não dirigir bem e ela não sabia se entrava em rematch ou ajudava ela com esse problema. Seria até compreensível ela querer entrar em rematch com essa au pair se ela tivesse mentido para a família, mas a própria hostmom admite que falou que dirigir não era necessário. Mesmo assim a maioria das moms recomendaram o rematch, assim como se fosse nada mandar essa menina que não conhece mais ninguém e que veio para a casa dela sob sua responsabilidade , embora depois de tão pouco tempo. Depois de ler isso eu tive um momento de incerteza, mas passou rápido e agora eu consigo ter uma visão melhor do que pode acontecer nesse ano longe da minha zona de conforto. O que tiver que ser será, não adianta sofrer por antecipação. É bom conhecer mais sobre os americanos e sua maneira de pensar,é bom saber que nem todas as famílias vão ser acolhedoras, a vida lá fora não vai ser fácil. Mas fácil não é o que eu estou procurando, não há crescimento sem dificuldades, sem cair e aprender a levantar e retirar os obstáculos do caminho. Bom nem sei mais o que escrevi aqui, mas esse é o conteúdo da minha mente confusa nesse momento.

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